terça-feira, 9 de junho de 2009

ano 2009...
hoje o meu pai faz anos. é incrível como o tempo passa depressa; parece que foi ontem que entramos no ano de 1983 e o meu pai, qual macho latino, trouxe lá pra casa um calendário de uma respeitável senhora loura com o voluptuoso peito desnudado. de imediato a minha mãe o censurou, alegando reconhecimento de tal postura por parte da minha irmã, ou mesmo minha...
não o critico por isso. afinal de contas estamos em portugal. agora que já se passaram 26 anos eu recordo.me destes episódios que tanta nostalgia me trazem o que me faz ter ainda mais carinho por quem me deu tanto sem receber nada em troca...
feliz aniversário papá!

domingo, 7 de junho de 2009

ano 1999...

é domingo de manhã. está a custar.me a levantar aos domingos de manhã desde que entrei no mundo da internet. como é possível haver tanta coisa, tanta informação nesta caixa que tenho diante de mim! como é possível o sono chegar e eu resistir só pelo facto de estar a comunicar com desconhecidos! e eu sei que é como um vício, eu sei que antes do almoço cá estarei novamente a navegar apenas interrompido por alguem a dizer que o almoço já está na mesa.
contudo, as minhas últimas tardes de domingo têm sido passadas em algum centro comercial a escrever neste caderno azul; consegui largar um vício para depois me agarrar a outro... este bem mais saudável. domingo após domingo, a rotina vai.se acentuando mas sem nunca me deixar adormecer com a realidade que se vai passar á minha volta.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

ano 2009
vou aquecer o leite da minha filha. neste momento a minha companheira cósmica está a mudar-lhe a fralda e eu estou a fumar o meu último cigarro deste dia...
daqui a pouco vamos cair todos os 3 num sono profundo que nos vai levar até ao dia de amanhã.
assim espero.
ano 1999...

Ao longo dos últimos dias têm.me surgido varias dúvidas em relação á vida. A principal e talvez mais importante é a permanente incógnita da continuidade ou não da minha total vivência aqui na terra. Não escondo de maneira alguma esta minha inadaptação a uma vida que, por vários motivos, não coincide com aquilo que eu desejo. Se é verdade que o ser humano tem necessidade de se adaptar ás várias situações que se lhe apresentam, também é verdade que há, efectivamente, excepções á regra; eu considero.me por natureza uma rara excepção á regra visto que, ao longo dos anos, foram em vão as tentativas de inserção social a que eu me auto.propus.
Agora, podem é criticar.me pelos meios e termos que me propus, mas digo.vos, não tenho a capacidade e racionalidade de alguns seres humanos...